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Oferta de Disciplinas 2020.2


O Programa de Estudos Pós-Graduados em Política Social está com as inscrições abertas para alunos regulares, externos e ouvintes.

Acesse o link abaixo e confira:

http://politicasocial.uff.br/disciplinas/

Defesas 2021


O Programa de Estudos Pós-Graduados em Política Social terá diversas bancas públicas no mês de Janeiro.

Acesse o link abaixo e confira:

http://politicasocial.uff.br/defesas/

[Seleção 2021.1] Mestrado e Doutorado em Política Social

O Programa de Estudos Pós-Graduados em Política Social fará nova seleção de mestrado e doutorado para ingresso em 2021.1.

Confira os editais nos links abaixo:

Mestrado: http://politicasocial.uff.br/selecaomestrado/

Doutorado: http://politicasocial.uff.br/selecaodoutorado/

PROGRAMA DE DOUTORADO SANDUÍCHE NO EXTERIOR

O Programa de Estudos Pós-Graduados em Política Social da Escola de Serviço Social da Universidade Federal Fluminense torna público a seu corpo discente e orientadores/as os procedimentos para seleção interna de candidatos/as ao Programa de doutorado Sanduíche no Exterior – PDSE.

O Programa de Doutorado Sanduíche no Exterior – PDSE – é um programa institucional da CAPES que objetiva oferecer bolsas de estágio em pesquisa de doutorado no exterior de forma a complementar os esforços dispendidos pelos programas de pós-graduação no Brasil na formação de recursos humanos de alto nível para inserção nos meios acadêmico, de ensino e de pesquisa no país e contribuir com a internacionalização do ensino superior, da ciência, da tecnologia e da inovação.

Confira em: http://politicasocial.uff.br/selecaodoutorado/

DOUTORADO PLENO NO BRASIL PARA ESTRANGEIROS

O Edital n. 20/2020 da CAPES selecionará bolsistas no âmbito do Programa de Estudantes-Convênio de Pós-Graduação (PEC-PG), para fomentar a formação de recursos humanos de países em desenvolvimento, com os quais o Brasil mantenha Acordo de Cooperação Educacional, Cultural ou de Ciência e Tecnologia, por meio de concessão de bolsas no Brasil na modalidade Doutorado, com base no Protocolo assinado entre a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), o Ministério das Relações Exteriores (MRE) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em 5 de maio de 2006.

Confira o edital em: https://www.in.gov.br/web/dou/-/edital-n-20/2020programa-de-estudantes-convenio-de-pos-graduacao-pec-pg-292013805

CARTA ABERTA DOS ALUNOS E ALUNAS DO CURSO DE MESTRADO EM ESTUDOS AFRICANOS DO Iscte – Instituto Universitário de Lisboa – [DIVULGAÇÃO]

“Foi com profunda indignação e tristeza que o corpo discente do curso de Mestrado em Estudos Africanos (MEA)do Iscte – Instituto Universitário de Lisboa tomou conhecimento dos atosde vandalismo nas instalações de nossa universidade e de outras instituiçõesde ensino de Portugal, que foram pichadas com frases racistas e xenófobas.Nós, alunos e alunas do curso do Iscte, repudiamos veementemente tais manifestações contrárias à Lei Fundamental e aos Princípios Universais de Direito.

As expressões criminosas e criminosamente escritas nas paredes das instituições de ensino do país, não só atingem as pessoas racializadasa que foram dirigidas: “pretos”, “brazucas” e “ciganos”, mas são uma afronta a todas as pessoas que entendem que o racismo estrutural que está entranhado nas sociedades modernas desumaniza, violenta, faz adoecer e mata. Por isso mesmo, deve ser repudiado e combatido com toda a intensidade. Todos somos visados com tais atuações, toda a sociedade e, consequentemente, toda a humanidade.

Há alguns meses houve um manifesto no Brasil organizado pela CoalizãoNegra por Direitos, que se intitulava “Enquanto houver racismo não haverá democracia”. Nós, corpo discente doIscte, do curso de Mestrado em Estudos Africanos, vimos a público reiterar esta afirmação e dizer que, enquanto Portugal não combater o racismo reconhecendo que é uma violência de ordem estrutural, não haverá democracia, nem educação, nem paz.

Enquanto não for reelaborada uma proposta pedagógica para o ensino português que desconstrua a narrativa dos “descobrimentos” que é atualmenteensinada nas suas escolas, vamos continuar a ser desafiados por tais grupos e ter de resistir contra a discriminação das nossas múltiplas identidades étnicas e de género.

Em pleno século XXI e depois do que a História nos contou ao longo dos séculos não podemos mais aceitar o racismo e repudiamos esta violenta, vergonhosa e infeliz atitude e afirmamos fortemente que atos como estes não são compatíveis com a sociedade portuguesa que é cosmopolita e recebe imigrantes e estudantes estrangeiros todos os anos. Uma sociedade que também tem, por sua vez, emigrantes em todos os cantos do mundo.

Compreendemos que é de responsabilidade doIscte e de todas as instituições de ensino combaterem qualquer forma de discriminaçãoracial, xenófoba, de género, religiosa e política. Pelo fato de estas manifestações estarem a ser recorrentes no interior da universidade, solicitamos às entidades competentes doIscte que construam connosco, alunos,Núcleo de Estudantes Africanos (NEA),professores e demais funcionários, um plano de ação onde, através do estudo, diálogo e de práticas pedagógicas, repensemos uma Universidade que amplie o debate para o combate ao preconceito racial e demais formas da discriminação.Tambémsolicitamos um ambiente seguro para todos os alunos e alunas, que indiretamente foram ameaçados, aumentando a segurança do campus da Universidade, exortandoàs autoridades de investigação policial competentes que ampliem os esforços necessários para identificar e alcançar os perpetradores de tais ignomínias.

Convidamos também os fautores destes atos hediondos que se apresentem perante nós, que connosco dialoguem,para que possamos todosviver de forma plural e multicultural.  Porfim, convocamos todos os movimentos antirracistas que têm atuado em Portugal, assim como as instituições de ensino, professores, estudantes, parlamentares, profissionais e a toda a população que não aceitem e nem se calem perante estes atos de vandalismo, praticados por indivíduos que não respeitam a vida e a sua diversidade, que atacam e destilam seu ódio, covardemente na calada da noite ou usando perfis falsos nas redes sociais, tentando impor o medo e a sua suposta “superioridade”, pois todas as vidas importam e devem ser respeitadas em sua plenitude!”

Alunos e Alunas do Curso de Mestrado em Estudos Africanos do ISCTE-IUL.

Lisboa, 03 de Novembro de 2020.

CHAMADAS PARA DOSSIÊS TEMÁTICOS DA REVISTA GÊNERO

A Revista Gênero comunica que se encontra aberta a submissão de artigos para o dossiê temático Gênero, Política Social e Serviço Social. O processo de institucionalização dos estudos de gênero no Brasil, no âmbito das Ciências Humanas, data do final dos anos de 1970, concomitantemente ao fortalecimento do movimento feminista no país. A incorporação da perspectiva de gênero por diferentes áreas do conhecimento e, consequentemente, pelas políticas sociais públicas contribuiu para deslocamentos conceituais, problematizações epistemológicas e visibilidade de temas e segmentos sociais que não estavam na ordem do conhecimento acadêmico.

Ademais, os estudos de gênero congregam um conjunto de conhecimentos capazes de explicitar a organização da vida social e as relações de poder que atravessam as formações sociais e políticas. No atual cenário de fortalecimento do neoconservadorismo, com ataques e retrocessos às conquistas no campo do gênero, da sexualidade, e da reparação social a negros(as), povos tradicionais, mulheres, população LGBTQI+, simultaneamente a um desmonte da Seguridade Social e a focalização da proteção social na extrema pobreza, projetar pesquisas e trabalhos desenvolvidos nesse campo temático é resistir e reafirmar uma produção de conhecimento comprometida com a equidade de gênero e políticas sociais públicas.

Nesse sentido, a transversalidade de gênero se impõe como responsabilidade dos governantes sobre a desigualdade de gênero, resultante dos acordos internacionais dos anos de 1990, e estratégia de incorporação do princípio de gender mainstreaming pelos Estados. No contexto das políticas para mulheres em âmbito mundial, esta estratégia prevê a incorporação da perspectiva de gênero em todas as áreas de políticas públicas, com a finalidade de melhorar as condições de vida e o status das mulheres. Porém, ao analisar políticas públicas e programas governamentais a partir da perspectiva de gênero, pretende-se ir além da identificação de políticas e programas que atendam as mulheres.

O Serviço Social tem se aproximado dessa questão ao constatar que novas relações de gênero exigem políticas públicas que incorporem a interseccionalidade e a equidade de gênero: políticas de ações afirmativas, políticas para neutralizar a violência contra as mulheres, contra a população LGBTTs; mudanças no sistema de cotas e benefícios específicos para mulheres pobres, trabalhadoras, indígenas, negras, prostitutas, mulheres e meninas em situação de rua e destituídas de seus direitos mínimos. É no espaço da esfera pública que serão delineadas propostas de políticas com estas perspectivas.

Pretende-se, portanto, com este Dossiê criar um espaço de discussão plural sobre as pesquisas e experiências profissionais desenvolvidas que utilizem a leitura interseccional para refletir sobre as diferentes categorias de opressão – gênero, raça/etnia, classe, gerações e sexualidades – na produção de conhecimento do Serviço Social. Indicam-se como eixos para pensar o entrecruzamento de matrizes de opressão nas políticas sociais as questões de trabalho, sexualidades, violências de gênero e família, genocídio e extermínio da população negra e antirracismos.

O contato do Serviço Social com o debate de gênero não é recente. As primeiras aproximações ocorreram na década de 1980 com a participação de docentes e profissionais na militância feminista e no contato com os estudos sobre mulheres. Esse processo contribuiu, posteriormente, para a criação dos primeiros grupos de pesquisa e projetos de extensão sobre o tema, bem como a inserção desse conteúdo em disciplinas, de forma transversal, em algumas unidades de ensino. Na década de 1990, a questão foi inserida no nosso Código de Ética e a Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social (ABEPSS) reconheceu a importância do debate para a formação profissional ao incluí-lo nas diretrizes curriculares. Contudo, tal temática só ganhou maior visibilidade no Serviço Social nos últimos anos. Assim, a discussão sobre gênero, a partir de diferentes perspectivas teóricas, passou a integrar as pesquisas, a grade curricular dos cursos de graduação em disciplinas obrigatórias ou eletivas e o campo da intervenção profissional. Ademais, o conjunto Conselho Federal de Serviço Social e Conselhos Regionais de Serviço Social (CFESS/CRESS) começou a adotar ações que abordam a temática, como a criação de grupos de trabalho, campanhas e divulgação de materiais. Não obstante tais iniciativas, ainda observam-se lacunas e a necessidade de avançar na produção do conhecimento essa questão. 

Nesse sentido, com vistas a contribuir para a ampliação da discussão acerca das relações de gênero no Serviço Social, a revista Gênero organiza o dossiê temático “Gênero e Serviço Social nos Mundos do Trabalho”. Serão recebidos trabalhos realizados por meio de pesquisas empíricas e teóricas, bem como relatos de experiências que tratam dos seguintes temas: história da formação profissional e sua inserção na divisão sociotécnica e sexual do trabalho; perspectivas teóricas de análise sobre gênero e mundo do trabalho; mercado de trabalho profissional; feminização da pobreza: impactos para a prática profissional; campanhas das entidades representativas do Serviço Social sobre a questão de gênero e o mundo do trabalho; mundo do trabalho, “profissões femininas” e masculinidades; exames de biografias de profissionais a partir da perspectiva de gênero: trajetórias no mundo do trabalho; impactos da pandemia do COVID-19 na profissão e na inserção das mulheres e dos homens no mundo do trabalho; etc. Sugere-se que a perspectiva interseccional, a qual busca relacionar os diversos marcadores da diferença e da desigualdade – classe, raça/etnia, orientação sexual, identidade de gênero, regionalidade e geração – seja contemplada nas reflexões abordadas.

CHAMADA DE TRABALHOS PARA PUBLICAÇÃO NA REVISTA DE POLÍTICAS PÚBLICAS

TEMA: POLÍTICAS PÚBLICAS EM TEMPOS DA PANDEMIA DE COVID-19: dinâmicas. contradições e enfrentamentos em defesa da vida e dos direitos

Comunicamos que se encontra aberta a chamada de trabalhos para publicação no v. 25, n.1 (janeiro/junho 2021) da RPP, periódico científico do Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas da Universidade Federal do Maranhão. Serão publicados, nesse número, trabalhos inéditos: artigos, ensaios, resenha e entrevista no âmbito do tema: “POLÍTICAS PÚBLICAS EM TEMPOS DA PANDEMIA DE COVID-19: dinâmicas, contradições e enfrentamentos em defesa da vida e dos direitos.”, escolhidos dentre aqueles recebidos de pesquisadores de instituições nacionais e estrangeiras.

Os ensaios e artigos submetidos à RPP, cujo prazo final é o dia 21 de Dezembro de 2020, serão previamente avaliados por pareceristas ad hoc convidados pela Comissão Editorial da Revista. A entrevista e a resenha serão encomendadas pela Comissão Editorial que considerará pesquisadores de renome nacional e internacional da temática, podendo acatar sugestões.

Além de trabalhos sobre a temática específica do v. 25, n.1, serão publicados, na sessão Temas Livres, artigos e ensaios sobre outras temáticas que se situem no campo das Políticas Públicas, recebidos mediante fluxo contínuo.

As normas de elaboração, apresentação e critérios de aceitação de trabalhos devem ser consultadas no endereço http://www.periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/rppublica

Debate: Desafios da Saúde Pública em Tempos de Pandemia com Hermano Castro

Prezados(as), 

Segue o convite para o debate abaixo:

Debate: Desafios da Saúde Pública em Tempos de Pandemia com Hermano Castro (Doutor em Saúde Pública pela Fiocruz. Pesquisador titular da Fiocruz e diretor da Escola Nacional de Saúde Pública/Fiocruz). 

Dia e hora do evento online: 25 de maio de 2020 (segunda-feira) das 14h às 15h 30 min.

Necessária inscrição pelo link: https://forms.gle/HzpJc6KvEDoRorz19

Debate realizado via Google Meet (no dia 25 enviaremos o link por e-mail para o acesso).

Organizadora: Kamila Teixeira (Programa de Estudos Pós-Graduados em Política Social – UFF)

Comunicado – suspensão início das aulas

Considerando a INSTRUÇÃO DE SERVIÇO PROGEPE Nº 004, de 13 de março de 2020;

A coordenação do Programa De Estudos Pós-Graduados em Política Social,

Informa que (i) estão suspensas as aulas deste PPGPS até o dia 14 de abril de 2020 ou outra data a ser determinada pela UFF, bem como que (ii) atendimentos e solicitações necessárias devem ser realizadas por e-mail e formulários contidos neste site, já que estaremos em trabalho remoto.

Contudo destacamos e informamos que, como medida excepcional, a critério desta coordenação, será garantido atendimento presencial devidamente agendado, por e-mail, a quem necessitar.

Orientamos que alunos aproveitem esse período de suspensão das aulas para produzirem e organizarem as atividades programadas.

Atenciosamente,

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